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A RGF Na Mídia

Retirar estímulos e desonerações, diminuindo a participação e os gastos do Estado, é algo visto como ponto fundamental para colocar em prática o ajuste fiscal desejado pelo governo. Mas é insuficiente caso a presidente Dilma Rousseff deseje começar o segundo ano de seu segundo mandato, em 2016, com perspectivas reais de devolver a economia ao rumo do crescimento.

O Estado de São Paulo, 27 de outubro de 2015

Estudo aponta que maioria das companhias não possui um plano para lidar com eventos críticos. A crise política, a recessão econômica e a quebra de confiança gerada pelos desdobramentos da Operação Lava Jato levaram a uma preocupação maior dos empresários no Brasil com a forma como seus negócios são conduzidos. Esses fatores, no entanto, expuseram o despreparo das companhias em lidar com esses eventos.

O Estado de São Paulo, 20 de outubro de 2015

O momento econômico pelo qual o Brasil passa é desafiador, o que torna crucial para uma organização fortalecer os públicos. Nesse contexto, colocar em prática a governança corporativa "resulta em credibilidade tanto dentro da empresa terceiros", diz . Para o executivo, o conselho de uma empresa é o "guardião" dessas práticas: "É importante que ele seja competentes que defendam o interesse da empresa e não o de grupos que o elegeram", defende Kogut.

O Estado de São Paulo, 15 de outubro de 2015

Algumas das grandes empresas brasileiras sairão menores da crise e outras poderão até ficar pelo caminho. Neste momento, cerca de R$ 150 bilhões em ativos estão à venda no Brasil, segundo cálculos internos feitos por bancos de investimento, obtidos pelo ‘Broadcast’, serviço em tempo real da ‘Agência Estado’. A cifra equivale a praticamente um Itaú em valor de mercado ou a meia Ambev.

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) define Governança Corporativa  como o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo as práticas e os relacionamentos entre proprietários, conselho de administração, diretoria e órgãos de controle. De acordo com o instituto, as boas práticas de Governança Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade.

Apostando no marketing e na aquisição de concorrentes, rede quer chegar a 300 unidades em cinco anos. No mercado desde a década de 1960, a rede de restaurantes Chicken-In viveu altos e baixos em sua trajetória. Com um plano agressivo para retomar a expansão de franquias, a empresa firmou uma parceria com a RGF, consultoria de gestão e reestruturação de empresas, e pretende passar das atuais 12 unidades para cerca de 300 lojas em cinco anos.

O Globo, 20 de setembro de 2015

Com 35 anos de carreira e uma vasta experiência corporativa, Carlos Carvalho atua hoje com uma espécie de bombeiro nas empresas. É dele a função de apagar as chamas da crise, quando a companhia se encontra em uma situação delicada e precisa enxugar as despesas e mudar as estratégias para voltar a crescer. O socorro normalmente dura de seis a 12 meses, podendo variar de acordo com o tamanho do problema. Nesse período, ele recebe o crachá da organização, se insere na estrutura organizacional e ganha chefes e subordinados.

Após levantarem US$ 45 bi em 2014, companhias devem obter só US$ 15 bi este ano. O ano de 2015 deverá registrar o menor volume de captações de recursos de empresas brasileiras no exterior, via emissão de dívida, desde 2008, quando o Brasil ganhou o selo de bom pagador da Standard & Poor’s. Até agosto, só oito empresas foram ao mercado externo e tomaram US$ 8 bilhões, e esse volume pode ficar entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões até dezembro, segundo especialistas, no cenário mais otimista. Em 2008, as captações atingiram US$ 8,4 bilhões e, no ano passado, somaram US$ 45,4 bilhões. Os analistas avaliam que, com a perda do grau de investimento, as companhias terão de pagar juros mais altos para atrair investidores e, mesmo assim, vão encontrar demanda mais fraca.

As franquias movimentaram R$ 63,885 bilhões no primeiro semestre, uma alta de 11,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 57,464 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). A pesquisa ainda apontou os segmentos que mais cresceram no mesmo período. Por isso, para quem está de olho em uma franquia, o Estadão PME selecionou três opções de cada um dos segmentos que se destacaram.

A crise econômica não impediu a estreia de novas franquias internacionais ou nacionais. Entres as estrangeiras que iniciaram a operação este ano, a Shell trouxe a Jiffy Lube, especializada em lubrificantes, troca de óleo e serviços automotivos, com duas mil lojas nos EUA e no Canadá. Quinto maior mercado do mundo de lubrificantes para a companhia, o Brasil marca a expansão internacional da marca. Está prevista abertura de mais de 200 lojas nos próximos anos no país.

O Estado de São Paulo, 15 de agosto de 2015

Banco teve resultados 35% menores, em boa parte por causa da decisão da petroleira de não pagar dividendos. Os investimentos em ações na Bolsa castigaram o lucro líqui do do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O lucro ficou em R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre, 35,8% menor do que o registrado nos seis primeiros meses de 2014. A participaçãodo banco na Petrobrás voltou a ser fonte de perdas, dessa vez por causa da polêmica decisão da petroleira de não pagar dividendos referentes a 2014.

Por Luciano Feltrin—Contabilidade é fonte de informação e instrumento fundamental para orientar decisões. A recuperação judicial pode ser uma boa alternativa para algumas empresas. No entanto, para a maior parte delas, deve ser vista apenas como o último caminho a ser tomado. Na avaliação de especialistas ouvidos por Dedução, por ser demorado, custoso e envolver muita negociação com terceiros, o processo pode ser desgastante e até mesmo traumático para muitos empresários.

O Estado de São Paulo, 2 de março de 2015

Uma crise econômica como a que está se desenhando no País não é interessante para ninguém. Mas sempre há quem enxergue oportunidade nesses momentos. A RGF Associados, que se autodenominauma consultoria para donos, está na expectativa de fechar novos contratos, apostando que empresas familiares, em busca de dinheiro novo, sentirão necessidade de se reestruturar. A consultoria é formada por ex-executivos de bancos, como o Safra e o JP Morgan, e de grandes companhias. Gian Filli é um dos sócios, com passagens por empresas como o Grupo Ultra e o IG.

A combinação entre a situação fiscal do Brasil, com caixa apertado para investimentos, e a participação de grandes empreiteiras no esquema decorrupção da Petrobrás pode paralisar o setor de infraestrutura em 2015. Mesmo sem saber quais punições as empresas sofrerão (se multas, cancelamento de contrato ou devolução de recursos), a expectativa é que elas tenham menos dinheiro para entrar em novos projetos em 2015.

Os family offices começaram a surgir no país na década de 1990, quando uma família criava uma estrutura para administrar sua fortuna. Agora, começam a se diversificar. Já existem family offices especializados em cuidar não só do dinheiro do milionário, mas de suas empresas e de bens como terrenos, fazendas, aeronaves, barcos. A Consenso é um deles. Com a gestão de mais de R$ 11 bilhões de cerca de cem famílias, o sócio Luiz Alberto Borges ressalta que muitas vezes é preciso agir como conselheiro para evitar que problemas familiares afetem a administração dos bens.

Sim: MP 651 é um passo embora pequeno, na direção correta.—Por Marcos Treiger

Não: Incentivos criam distorções difíceis de mensurar.—Por Celso Portásio

A gestão independente de recursos deixou de ser o único caminho dos executivos experientes que deixam o mercado financeiro. Cresce o número dos que buscam trabalhar com as empresas não financeiras, usando sua experiência do outro lado do balcão para ajudar empresários a entender como pensam os bancos, gestores e investidores e melhorar a transparência e a governança.

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